Femilift

Sabemos que com a idade não somente a pele envelhece, mas todos os nossos órgãos e sistemas incluindo, órgãos sexuais, como vagina e grandes lábios, o que de certa forma, acaba causando uma série de transtornos à mulher e seu parceiro. Não somente porque a vida sexual passa a ser menos prazerosa, mas também porque com isso aparecem sinais de incontinência urinária de esforço (liberação involuntária de pequenas quantidades de urina quando ri , chora ou faz exercícios, por exemplo). Justamente na fase que a mulher começa a sentir os sinais do envelhecimento, como o corpo caindo, a celulite aparecendo e as rugas evidentes. Esses sintomas sexuais aparecem fazendo-as se sentirem menos desejadas, sem contar o desconforto social com a situação.

É ai que a tecnologia entra em ação, os lasers, já há algum tempo, os queridinhos das mulheres para ajudá-las em sua pele e corpo, agora evoluíram. A grande novidade nesse quesito alcançou os órgãos sexuais femininos, o tratamento, já é sucesso nos Estados Unidos, Europa, Ásia, entre outros países e atende pelo nome de “Femilift”, uma nova técnica que está chegando ao Brasil, com objetivo de rejuvenescer a região vaginal devolvendo elasticidade, melhorando orgasmo e lubrificação. E em casos mais leves, melhora a incontinência urinária e fecal de esforço (perda involuntária de urina ou fezes).

A técnica consiste em utilizar um laser de CO2, já muito usado para outros fins estéticos, com uma ponteira desenvolvida para ser introduzida na vagina. O laser promove uma microlesão da mucosa, com intuito de estimular o aumento da epiderme (nessa fase, bastante fina, atrófica) e aumento das fibras elásticas (aos moldes do que se faz com a pele) e assim, tornar a vagina mais firme.

Uma das grandes novidades é que, diferente do que antes, quando os tratamentos a laser vaginais surgiram, é que agora existem ponteiras descartáveis para serem acopladas ao laser, tornando o tratamento muito mais seguro, sem riscos de transmissão de qualquer doença.

O tratamento é rápido (leva cerca de 20 minutos), é praticamente indolor e não requer repouso posterior (sem downtime) podendo o paciente retornar às suas atividades normais exceto pela abstinência sexual que deve ser feita por 5 dias.

O protocolo consiste em 3 sessões com intervalo de 30 dias.

Todos os pacientes necessitam uma avaliação ginecológica recente antes do procedimento e alguns exames para verificar a presença de infecções são necessários antes da sessão.